Há não muito tempo atrás, ao fazermos uma pequena pesquisa na Internet para encontrar qualquer tipo de serviço ou produto, notávamos dois tipos principais de sites: os sites muito feios e os sites muito bonitos. Naquela época, e algumas vezes ainda hoje, a “beleza” de um site era a preocupação única da maioria das pessoas.

Os sites muito feios eram sites de leigos ou de pequenas empresas que não tinham como contratar um serviço profissional, então, tinham seus sites feitos pelos chamados “sobrinhos”. Os sites tidos como mais bonitos eram aqueles sites caros, profissionais e com uma característica marcante: Flash. Criou-se a noção de que site bom, era site em Flash.

Todos aqueles efeitos animados nos botões e na transição de páginas, as músicas, os elementos coloridos e cheios de movimento; enfim, tudo feito em Flash era lindo, mas pouco se falava sobre aspectos funcionais, de usabilidade e, principalmente, de objetividade no que diz respeito á atender aos parâmetros para os quais o Google está voltado quando ele decide quem deve aparecer em primeiro lugar em seu mecanismo de busca.

Sites em Flash demoram para carregar, não possibilitam com que cada página tenha um título único na barra do navegador, geralmente diminuem a qualidade das imagens (exatamente pela necessidade de se tornarem um pouco mais leves) e, dentre outros, têm como maior problema o fato de não poderem ser totalmente lidos pelo Google.

Não ser lido significa ficar mal posicionado nos resultados de busca, em outras palavras, seu site praticamente deixa de existir para a grande maioria de usuários que precisam do Google para encontrar os seus serviços. Isso sem falar do quanto é irritante para o usuário o fato de, ao abrir um site qualquer, ser surpreendido (ou assustado) por uma música que começa a tocar do nada.

Outro reflexo da ênfase exagera no aspecto visual de um site é visto na forma de comunicação da enorme maioria de empresas que trabalham com criação e desenvolvimento de sites. Sejam elas agências de web, empresas de marketing ou web designers que trabalham como profissionais autônomos; todos têm em comum a preocupação em mostrar portfólio, mas deixam de lado o conteúdo de qualidade.

Frisam apenas a beleza de suas criações e o site da empresa quase não possui textos, nem mesmo na página de apresentação dos serviços. O ponto forte é a comunicação visual, mas pecam na hora de falar dos benefícios de seus websites ou de justificar as ferramentas e estratégias usadas nas páginas deles. Quando muito, sufocam tudo em um único parágrafo vago, sem nada falar sobre mensuração de resultados, escolhas do ponto de vista técnico ou sob qualquer outro aspecto, muito menos, no que diz respeito ao retorno do investimento feito.

Hoje em dia, 92% dos brasileiros tem acesso à Internet usando o celular, ou seja, se o seu site é muito antigo e não se adapta automaticamente a todos os tamanhos de telas, o Google nem vai se dar ao trabalho de listar seu site como opção nos resultados de busca. Se uma pessoa não consegue visualizar seu site com clareza nos tablets, smartphones e dispositivos móveis em geral, está na hora de você reformula-lo e recriar usando a tecnologia de sites responsivos.

Pense bem, não basta apenas ter um site qualquer, é preciso ter um site que funcione! Que venda, que informe, cative e eduque seu cliente! Principalmente um site que tenha meios para coletar um banco de dados de visitantes (não apenas um mero formulário de contato ou um “Assine Nossa Newsletter”) e que seja fácil de navegar em computadores e em celulares.

 

Para conhecer o nosso serviço de Web Design, leia Criação de Sites que visam a conversão

 

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